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el sabroso oficio / del dulce mirar Góngora – ¡Qué difícil es entender la belleza! Günter Eich

jueves, 24 de mayo de 2018

Adiós al pintor Júlio Pomar



"Júlio Artur da Silva Pomar (Lisboa, 10 de janeiro de 1926 — Lisboa, 22 de maio de 2018) foi um artista plástico/pintor português. Pertenceu à 3ª geração de pintores modernistas portugueses, sendo autor de uma obra multifacetada, centrada na pintura, desenho, cerâmica e gravura, com importantes desenvolvimentos nos domínios da tridimensão (escultura; assemblage) ou da escrita."

(Wikipédia)


Obituário no jornal Público 


"Júlio Pomar entrevistado por Joana Vasconcelos e Sara Maia"
Na morte de Júlio Pomar (1926-2018), um dos maiores pintores portugueses do último século, recuperamos uma conversa, publicada no JL, de 26 maio de 2004, entre o pintor e Joana Vasconcelos e Sara Maia, na altura eram ambas 'artistas emergentes'. No próximo JL haverá um dossier dedicado a Pomar


Pintura: Fernando Pessoa encontra D. Sebastião num «caixão sobre um burro ajaezado à andaluza» (1985)

('Fernando Pessoa encuentra a Don Sebastián en un «ataúd sobre un burro enjaezado a la andaluza»')



FIM

Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!

Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
Eu quero por força ir de burro.

Mário de Sá-Carneiro
(Lisboa, 1890 - París, 1916)


Júlio Pomar en Oporto




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